Após a repercussão da emissão de R$ 1,5 milhão em notas fiscais por seu escritório de advocacia para duas empresas ligadas ao contador Rogério Lourenço Novo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo no X para apresentar sua versão sobre o caso. O parlamentar negou irregularidades e afirmou que não é investigado. De novo se embananou.
“E hoje o Metrópolis faz uma matéria criminosa querendo marginalizar a advocacia. Eu fiz um trabalho para uma empresa, fui contratado para isso, prestei serviços advocatícios, tudo certo, relação completamente legal e privada. E outra oportunidade, eu não aceitei trabalhar para esta empresa chamada Copenhagen, que supostamente foi usada por Vorcaro para fazer pagamentos para algumas pessoas”, disse o chefe da rachadinha.
“Não foi o meu caso. Eu estou tendo que explicar porque eu não recebi o dinheiro desta empresa, porque eu não quis trabalhar como advogado para elas. Cancelei duas notas fiscais. As notas fiscais que foram canceladas do meu escritório, portanto, não movimentou nada, não teve prestação de serviço, não teve absolutamente nada de errado. Ninguém tinha, apenas o meu escritório. Eu não sou investigado em nada”, argumentou
“Ou seja, algum órgão governamental, não vou falar qual que eu suspeito, mas algum órgão governamental pega isso criminosamente, quebrando o meu sigilo, sem nenhuma espécie de investigação formal, sem autorização judicial, sem nada, gente, não tem nada. E vaza isso para a imprensa”, disse Flávio Bolsonaro no vídeo” concluiu ele.
E o Flávio Racha Master desesperado dizendo que fez trabalhos advocatícios para empresa ligada ao gângster Vorcaro, hein?