O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), procurou a Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quinta-feira (6), e ofereceu seu material genético para exame de DNA. A tentativa é desmentir a acusação de estupro de vulnerável.
A defesa de Gaspar, por meio de requerimento assinado por advogados da campanha, pede que a PGR realize a comparação genética e promova o arquivamento do caso, se o vínculo não for comprovado, argumentando que a prova científica é o único elemento objetivamente verificável para refutar as alegações.
No requerimento, os advogados afirmam que basta à Procuradoria marcar “dia, hora e local” para a coleta e pedem que o confronto seja realizado “o mais rápido possível”.
Gaspar afirma que amostras de seu material genético já foram coletadas há cerca de cinco meses no âmbito de uma ação de produção antecipada de provas proposta por ele próprio, sob supervisão do Judiciário, de perito oficial, da Polícia Federal e do Ministério Público, e permanecem sob guarda de órgãos oficiais.
A defesa autoriza o compartilhamento desse material com a PGR e se dispõe a nova coleta imediata, se necessário.