A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) comparou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o vídeo de Jair Bolsonaro (PL) criado por inteligência artificial a bonecos, cartazes, máscaras e camisetas usados em campanhas eleitorais. A peça busca rebater uma ação que questiona a exibição do avatar na convenção nacional do PL.
Os advogados enviaram a manifestação ao ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso na Corte. No documento, a defesa afirma que o recurso digital funcionou como uma representação artificial de apoio político, sem equivaler à presença real do ex-presidente.
“Ora, o avatar reclamado nada mais é do que a versão moderna e tecnológica daquilo que sempre foi usado em eventos partidários e eleitorais como bonecos de papel, imagens em cartazes e até em máscaras, camisas, com mensagens de apoio”, diz a peça apresentada ao TSE.
A defesa também afirma que o material seria uma “representação audiovisual contemporânea, personagem digital ou ‘boneco’ tecnológico empregado para expressar mensagem declaradamente artificial”. A comparação tenta enquadrar o vídeo como recurso de comunicação partidária semelhante a materiais visuais tradicionais.
📹#vídeo 🗳️ Vídeo de “Bolsonaro” feito com IA é exibido em convenção do PL