Atual representante do histórico projeto entreguista, Flávio Bolsonaro (PL) deve propor a repetição de chavões do neoliberalismo em seu “Plano para o Brasil Vencer o Atraso”, que reúne um conjunto de propostas com a visão da ultradireita para governar o país, caso vença as eleições presidenciais de outubro.
Além de prever cortes de gastos na área social, como saúde, educação e benefícios como salário mínimo e aposentadorias, o plano deve copiar uma proposta de Lula como algo prioritário na Segurança Pública: a criação de um ministério específico para o tema.
A proposta de criação da nova pasta já foi apresentada pelo governo Lula, que aguarda somente a aprovação da PEC da Segurança Pública, que foi travada por Davi Alcolumbre (União-AP) no Senado e só deve ser analisada após as eleições.
Além disso, Flávio deve enfatizar na área a adesão à principal bandeira de Donadl Trump no projeto de transformar a América Latina em quintal dos EUA: “slassificar facções como narcoterroristas”. A medida avalizaria, entre outras, uma ação armada dos EUA sem a necessidade de comunicar autoridades brasileiras.
Ainda na área da Segurança, Flávio deve propor a redução da maioridade penal, bandeira punitivista da ultradireita para crianças. O senador, no entanto, não deve tocar em endurecimento de penas para banqueiros ou políticos que cometam crimes.