- Polícia Federal realizou busca e apreensão na residência de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, em Brasília, na manhã de 8 de julho.
- A operação, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), tinha como objetivo localizar armas, munições, acessórios e documentos de registro.
- Advogado João Henrique Freitas informou que a diligência durou cerca de uma hora e não encontrou os itens, pois a defesa já havia informado o paradeiro das armas.
- A defesa considerou a medida “desnecessária”; PF e STF ainda não se pronunciaram sobre o resultado ou a motivação do novo mandado.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou que a Polícia Federal realizou, na manhã desta quarta-feira (8), uma nova operação de busca e apreensão na residência onde o ex-chefe do Executivo cumpre prisão domiciliar, em Brasília.
De acordo com o advogado João Henrique Freitas, a diligência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e teve como objetivo localizar armas de fogo, munições, acessórios e documentos relacionados ao registro desses equipamentos.
Segundo o defensor, a operação durou aproximadamente uma hora. Ele afirmou que a equipe jurídica já havia comunicado previamente às autoridades onde estavam todas as armas vinculadas ao ex-presidente e sustentou que nenhum dos materiais procurados foi encontrado durante a ação.
“Medida desnecessária”
Em publicação na rede social X, Freitas classificou a medida como desnecessária e criticou a decisão judicial. “A defesa já havia informado previamente o paradeiro de todas as armas. Resultado: nada foi encontrado. É lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação”, escreveu.
Até o momento, não houve manifestação pública da Polícia Federal nem do Supremo Tribunal Federal sobre o resultado da operação ou os motivos que levaram à expedição do novo mandado de busca e apreensão.