Após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, movimentos estudantis e diversas organizações sociais no Brasil foram às ruas neste domingo (11/10) para apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e se opor à extrema direita, representada pelo senador Flávio Bolsonaro.
“Estamos aqui para barrar o fascismo, para manter os direitos, para não deixar o negacionista chegar ao poder. É a missão mais importante que a gente tem agora”, declarou a artista plástica Marina De Bonis a Opera Mundi. Ela acrescentou que o “outro candidato vai acabar com a democracia”.
A estudante de publicidade e propaganda Malena Gávio disse à reportagem que “não é mais uma crise econômica”, e sim uma “crise moral”. “É sobre o lado certo e o lado errado, o lado do amor e o lado do ódio e a gente está do lado do amor”, disse.
Sua colega de curso, Juliana Alves, concordou que a presença nas ruas é por “todas as pessoas que amamos, pela vida não só das pessoas que a gente ama e por nós, mas das outras também, porque já passou do ponto de política, a gente luta pela nossa vida hoje”.
“Estou aqui para defender pessoas como eu, uma pessoa negra, LGBT, pela minha família. Somos pessoas pobres e que trabalham muito, eu trabalho desde meus 14 anos de idade e a gente está aqui para ter mais dignidade, para trazer um pouco mais de dignidade para o nosso povo pobre brasileiro”, disse o estudante de direito Lucas.