
É nóis outra vez. Os gaúchos estão em todas. Uma marca gaúcha está na vida de Michelle. Leiam esse texto publicado pelo UOL:
“O primeiro episódio de “Michelle”, podcast original do UOL Prime, resgata a trajetória de Michelle Bolsonaro desde a época em que vivia em uma rua de terra batida no Sol Nascente, em Ceilândia, até o momento em que percebeu que poderia se tornar primeira-dama do Brasil.
O episódio “Gênesis”, lançado na segunda-feira (06), relata como Michelle chegou à Câmara dos Deputados após indicação de Átila Assis, então piloto da Aeronáutica e depois brigadeiro, para trabalhar como secretária do deputado federal Vanderlei Assis, eleito pelo Prona de São Paulo com 275 votos.
Átila Assis disse ao podcast que conheceu Michelle em 2005, quando ela trabalhava na vinícola Aurora, em Brasília. Ao vê-la carregando caixas de vinho, afirmou ter pensado que ela merecia um emprego melhor.
Ele também relatou que manteve um relacionamento amoroso com Michelle por cerca de um ano. Nesse período, segundo Assis, ela viajou de avião pela primeira vez, aos 23 anos. A diferença de idade entre os dois — ele tinha 48 anos na época — entrou como um dos fatores para o fim do romance”.
Aí está. Michelle só foi ‘descoberta’ porque era funcionária da vinícola Aurora. A empresa da serra gaúcha terá culpa se a madrasta for candidata da direita e ameaçar virar presidente da República.
A RESSURREIÇÃO DE TEMER
O sujeito que articulou a velha direita com o fascismo, para golpear Dilma e encarcerar Lula, está na manchete do Estadão pedindo paz:
“Michel Temer: A fórmula de pregação do lulismo e do bolsonarismo precisa se esvair”.
Tem até um documento com sugestões para a pacificação. O golpista sabe que a História ser-lhe-á implacável.
SÓ DÁ NORUEGA
Li na internet um texto sobre a vida na Noruega, que apareceu ao acaso aqui pra mim, e não paro de ver coisas sobre os noruegueses.
Já sei mais sobre os algozes do Brasil do que sobre a Bolívia. Só falta aparecer aqui que há até loja da Haavanger em Oslo, e com estátua.