Fabrício Queiroz passou a tratar a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial como certa e aborda interlocutores como se tivesse autorização do senador para negociar cargos.
Queiroz trabalhou para Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro. Ele atuou como assessor parlamentar, segurança e motorista do hoje senador.
O ex-assessor também se tornou conhecido por sua ligação com o caso das rachadinhas no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A prática envolve a devolução de parte dos salários de servidores a quem controla o gabinete.
A movimentação de Queiroz ocorre enquanto a primeira pesquisa Datafolha de segundo turno aponta Flávio Bolsonaro com 49% das intenções de voto, diante de 45% do presidente Lula (PT).
O instituto classifica a diferença de quatro pontos percentuais como empate técnico no limite da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos. O levantamento aponta maior probabilidade de Flávio estar à frente.