O segundo “não” da ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP-MS) ao convite de Valdemar Costa Neto para compor a chapa com Flávio Bolsonaro (PL-RJ) abriu mais uma nova crise, desta vez sem precedentes, na cambaleante pré-candidatura do filho “01” de Jair Bolsonaro (PL), que vê o antigo ecossistema político que se aliou ao pai se esfacelando.
Tereza Cristina é avaliada pelo também ex-ministro da Casa Civil Ciro Nogueira como potencial candidata à Presidência, o que aumentou a fatura para um cortejado embarque do Progressistas.
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Espertamente — e dentro de um pote de mágoas com Flávio Bolsonaro em razão do abandono pelo elo com Daniel Vorcaro —, Nogueira jogou a convenção do Progressistas para o dia 5 de agosto, prazo final para o registro das chapas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além de Tereza Cristina, o filho “01” de Bolsonaro corteja as deputadas Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE), que devem obedecer aos caciques do partido.