Estadão, Folha e Globo tentaram enfiar o nome de Tereza Cristina na chapa de Flávio Bolsonaro. A história de que a senadora seria a vice da extrema direita era tudo armação de um grupo de colunistas dos jornalões.
Todos sabiam que o PP já havia decidido que não iria enfiar a mão na cumbuca da eleição para presidente. Mas tentaram criar um fato, com um furo que virou uma fake news.
Já está decidido. O PP não quer Tereza Cristina de vice do filho ungido, porque sabe que será uma fria. Se ela quiser apoiá-lo, é outra conversa. Mas o que ganharia com isso?
Tereza Cristina é uma conservadora ligada ao agronegócio, não é alguém que se acomode com naturalidade entre extremistas de direita. Não é, ao contrário do que jornalistas da grande imprensa insinuaram, um Caiado de saias.
Os jornalões imaginaram que, se a senadora aderisse à chapa, chamaria todo o partido para o lado do candidato rejeitado pelo centrão.