Gestão do presidente Lula apresentou melhora substancial num assunto que os bolsonaristas teimam em abordar, mesmo com a experiência desastrosa do pai do atual candidato do PL
A discussão sobre o custo de vida, a estabilidade monetária e o poder de compra da população brasileira permanece no centro do debate econômico e político do país. Nos últimos anos, a narrativa promovida por opositores do atual governo frequentemente tenta reescrever o histórico recente da economia nacional. No entanto, uma análise aprofundada e fundamentada nos dados oficiais do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstra uma realidade cristalina: o custo de vida para as famílias brasileiras atingiu patamares alarmantes durante o mandato de Jair Bolsonaro (PL), enquanto a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promoveu uma reestruturação do ambiente macroeconômico, devolvendo a previsibilidade aos preços e protegendo a renda dos trabalhadores.
Ao analisar o comportamento dos preços desde a consolidação do Plano Real em 1994, fica evidente que o controle inflacionário exige responsabilidade na condução das políticas monetária, fiscal e cambial. A comparação entre o quadriênio de Jair Bolsonaro (2019–2022) e o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (2023–2026) escancara duas visões e dois resultados profundamente distintos para o bolso do cidadão.
Durante os quatro anos sob o comando de Jair Bolsonaro, o Brasil viveu uma escalada contínua de preços que dilapidou a capacidade de consumo da população, acumulando uma inflação oficial de 26,93%.
Embora o mandato tenha começado em 2019 com um IPCA de 4,31%, dentro do limite fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os anos subsequentes revelaram o esfacelamento da ancoragem das expectativas e a perda de controle sobre vetores essenciais da economia: