Menos de uma semana após Flávio Bolsonaro (PL) aceitar a condição de se humilhar publicamente e encenar uma trégua com a madrasta, Michelle Bolsonaro voltou a ser alvo do gabinete do ódio comandado por Eduardo Bolsonaro que, dos EUA, comanda uma rede de influenciadores como Paulo Figueiredo, Allan dos Santos e Kim Paim para disparar ataques àqueles que saiam das rédeas dos irmãos Bolsonaro.
ENTENDA:
O real interesse de Michelle por trás da “trégua” com Flávio Bolsonaro
Autoproclamado “jornalista investigativo”, que abasteceu os ataques do clã e de Elon Musk ao Supremo Tribunal Federal (STF) e se gaba de ser o autor do “power point” do caso Vorcaro “plagiado” pela Globo, David Ágape detonou os ataques com um detalhe de uma versão do vídeo em que Michelle aceita as desculpas do enteado que, segundo ele, expõe “um detalhe que passou despercebido pela maioria: a tela de conversas do WhatsApp de quem gravava o material”.
Em texto em seu site, Ágape acusa o assessor de imprensa de Michelle, André de Sousa Costa, de manter relações com “a Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (Secom-STF) e o núcleo de comunicação do governador de Minas Gerais, Romeu Zema”, além de um jornalista “petista” que trabalha no site Brasil 247, insinuando que a gravação teria tido a participação de desafetos do bolsonarismo.
“Entre os contatos salvos na tela aparecem três nomes de relevância direta: André Costa, salvo como ‘Ascom Michelle Bol.’, que enviou mensagem às 14h56 dizendo ‘Será um prazer receber os materiais da sua lista de transmissão e conhecê-lo’; um contato salvo como ‘Gisely STF’, cuja última mensagem, às 15h55, foi apenas “Obrigado”; e um grupo chamado ‘Comunicação Zema’, com mensagem de 15h49 registrando a adição de um número por ‘Igor Tinoco’”, diz o texto.