A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a suspensão de 32 perfis do Instagram e a remoção de 221 publicações durante o segundo turno das eleições presidenciais.
A ação, protocolada em 8 de outubro, tem 197 páginas e envolve artistas, parlamentares, sindicatos e veículos de comunicação. Entre os nomes citados estão a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Mídia NINJA, o coletivo 342 Artes e os deputados Duda Salabert (PDT-MG), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Leonel Radde (PT-RS).
Parte das publicações questionadas sequer foi classificada como falsa pela própria campanha, mas como descontextualizada.
Os pedidos variam conforme a conta e incluem bloqueios integrais, retirada de conteúdos específicos e restrições ao recurso de publicações em coautoria do Instagram.
Entre os conteúdos contestados estão publicações sobre as propostas econômicas e trabalhistas do candidato, incluindo possíveis mudanças na jornada de trabalho, no salário mínimo e nas aposentadorias.