A eleição presidencial não é apenas um rito democrático. É a escolha de quem terá em mãos o destino de milhões de brasileiros. Nesse contexto, a candidatura de Flávio Bolsonaro representa não apenas uma opção política, mas um perigo real para a democracia, para a justiça e para a vida do povo.
Uma trajetória marcada por escândalos : Flávio Bolsonaro nunca construiu carreira fora da política. Desde cedo – aos 20 anos, seu primeiro emprego foi como assessor parlamentar – esteve envolvido em gabinetes e denúncias de irregularidades, como o esquema da “rachadinha”, que desviava salários de assessores. Como deputado estadual, condecorou criminosos ligados a milícias e ao assassinato de Marielle Franco. Esses atos não foram coincidências: foram escolhas políticas que revelam afinidade com o crime organizado.
As ligações com milícias: o senador, quando era deputado estadual na Alerj, empregou familiares de milicianos em seu gabinete e manteve proximidade com figuras diretamente ligadas a assassinatos. Mais recentemente, como senador, sua assessoria negociou emendas parlamentares com um miliciano condenado pelo assassinato de Marielle Franco. Esses episódios reforçam a suspeita de cumplicidade com redes criminosas.
Adriano da Nóbrega: ex-policial militar acusado de integrar a milícia de Rio das Pedras e o Escritório do Crime: Flávio concedeu a ele duas homenagens: a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e a Moção de Louvor. Além disso, Flávio e Jair Bolsonaro visitaram Nóbrega na prisão para entregar a medalha. Nóbrega foi morto em 2020 em uma operação policial na Bahia.
Homenageou também os PMs Élcio de Queiroz (condenado pelo assassinato de Marielle), Edson Alexandre e Ronald ambos envolvidos com assassinatos e ocultação de cadáver.