Em declaração contundente, o deputado federal eleito Marcelo Freixo analisa o histórico de Flávio Bolsonaro, aponta laços com o crime organizado e alerta para o risco de exportar a dinâmica das milícias do Rio para o restante do Brasil.
O deputado federal eleito pelo PT do Rio de Janeiro Marcelo Freixo combate as milícias do Rio, até por um acontecimento familiar: seu irmão foi executado por ela.
Em 2008, Freixo era deputado estadual e comandou como presidente a CPI das Milícias, instalada na Alerj, com apenas dois votos contrários: Chiquinho Brazão, preso hoje por ser um dos mandantes do assassinato de Marielle e Anderson, e Flávio Bolsonaro.
Por que esses dois deputados foram contra uma investigação das milícias e dos milicianos?
A cadeia onde se encontra um explica muito, mas o outro estar disputando a presidência da República no segundo turno mostra um quadro preocupante para o Brasil, segundo o deputado eleito Marcelo Freixo: