Os Correios não devem entrar rapidamente em uma lista de privatizações caso o senador Flávio Bolsonaro vença a eleição no domingo que vem. Os empréstimos de R$ 17,5 bilhões contratados pela estatal com bancos privados desde dezembro têm garantia do Tesouro Nacional. Com informações de O Globo.
A situação impõe um obstáculo a uma eventual venda da empresa, apesar do perfil privatista atribuído ao candidato e da crise enfrentada pela estatal.
Os financiamentos somam R$ 17,5 bilhões e foram obtidos junto a instituições financeiras privadas. O Tesouro avalizou as operações de crédito.
Essa garantia vincula o governo federal aos empréstimos assumidos pelos Correios, o que exige uma solução específica antes de qualquer mudança no controle da companhia.
Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro avaliam que a privatização só poderia avançar depois que outro banco assumisse as garantias atualmente dadas pelo Tesouro.