Defensor da "liberdade de expressão", Eduardo Bolsonaro atacou perfil aliado por repercutir notícia. Flávio alega que foto foi "na rua", mas não explicou ainda porque estava sem camisa, com cordão de ouro e descontraído ao lado de Sicário.
Dos EUA, onde comanda uma espécie de releitura do chamado Gabinete do Ódio contra aliados que saiam do tom, Eduardo Bolsonaro comandou a ofensiva da mais recente crise na pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com a foto em que posa sem camisa, de óculos escuros e com cordão aparentemente de ouro ao lado de Luiz Phillipi de Moraes Mourão, o “Sicário”, homem apontado pela Polícia Federal (PF) como uma espécie de “matador” da milícia digital comandada por Daniel Vorcaro, pivô do escândalo do Banco Master.
Contrariando, mais uma vez, a narrativa de liberdade de expressão, Eduardo partiu para cima do perfil do Brasil Paralelo, que faz parte do ecossistema midiático da ultradireita, simplesmente por noticiarem a divulgação da foto em que Flávio Bolsonaro aparece ao lado de Sicário, revelada pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias.
“Replicando ICL assim? ICL não dá meios para se verificar a veracidade da foto e, então, temos que acreditar neles cegamente como fonte confiável? Qual a próxima, replicar PCCept?”, indagou sequencialmente, em surto com o perfil aliado.
“De coração, gosto da BP, mas deixou a desejar e fortaleceu aqueles que amanhã voltarão a te censurar”, emendou do “02” de Jair Bolsonaro.