A decisão de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de recusar a escolta oferecida pela Polícia Federal aos candidatos à Presidência colocou aliados em alerta. Integrantes do PL temem que a escolha torne o senador mais vulnerável durante atos de campanha, segundo informações da coluna de Malu Gaspar, no Globo.
Flávio decidiu permanecer sob a proteção da Polícia do Senado, responsável por sua segurança desde o início do mandato, em 2019. O pré-candidato afirma não confiar na atual direção da PF, comandada por Andrei Rodrigues, e declarou temer a presença de “infiltrados” capazes de acessar agendas, conversas privadas e estratégias eleitorais.
A pré-campanha sustenta que a Polícia do Senado é especializada na proteção de autoridades e dispõe de equipes de inteligência, veículos blindados, equipamentos modernos e armamentos de grosso calibre. Segundo a nota, os agentes responsáveis por Flávio receberam treinamentos no Brasil e no exterior.
Aliados mais pragmáticos, porém, contestam a avaliação de que a PF atuaria como um bloco alinhado ao governo Lula. Um interlocutor ouvido pela coluna afirmou, sem apresentar dados, que “mais da metade da PF é bolsonarista” e classificou como equivocada a desconfiança generalizada contra a corporação.
Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS.