O sujeito é fraco, e a entrevista ao Jornal Nacional só não foi uma tragédia porque o que importava para a campanha do candidato da extrema direita era a produção de cortes, com frases prontas para as redes sociais.
Flávio Bolsonaro gaguejou diante de Renata Lo Prete, desde o início da conversa no JN, e incluiu, por ser simplório, até a venda de imóveis do governo para conseguir cortar prometidos R$ 200 bilhões dos gastos do governo.
E também gaguejou muito, logo depois, ao tentar explicar por que mudou de ideia sobre o fim da escala 6X1. Não passou convicção sobre o que o levou a voltar atrás na votação da PEC, que teve o apoio de todo o bolsonarismo, com exceção do senador Humberto Mourão.
Segundo ele, um dia de folga a mais servirá apenas para que os trabalhadores andem de ônibus e sejam assaltados.
E ainda levou pelo menos três puxões de orelha da entrevistadora para que não comentasse o que não é fato e não estava na pauta da conversa. Renata o expôs como disseminador de mentiras na entrevista.