Uma das grandes apostas da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para tentar desidratar a campanha de Lula nesta primeira semana de agosto seria a sequência de inquéritos contra o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Foram abertos três inquéritos contra o empresário, indicando uma estratégia de uso de lawfare contra o filho do presidente. O mesmo aconteceu nas campanhas de 2006, 2018 e 2022: o nome de Lulinha entrava em alguma investigação. Coincidentemente, sempre em anos eleitorais. Nunca foi condenado. Nas fake news, Lulinha já teve Ferrari de ouro, seria dono da Friboi e o principal acionista da Oi. Tudo mentira.
Relembre: Lulinha: todas as denúncias ocorreram em anos de disputa presidencial e foram arquivadas por falta de provas
A abertura dos inquéritos e a entrada de Alfredo Gaspar (PL) como vice de Flávio Bolsonaro indicaram que a campanha da extrema direita iria se concentrar em Lulinha para tentar atingir a campanha que lidera as pesquisas no primeiro e no segundo turno.
Porém, a primeira pesquisa BTG/Nexus após a abertura dos escândalos — realizada entre os dias 7 e 9 de agosto — revela que a posição de Lula melhorou numericamente.