Vinte e dois dias atrás, publicamos um artigo que terminava com uma pergunta simples: e se Flávio Bolsonaro perder a eleição presidencial de 2026?
Naquele momento, tratava-se de uma hipótese. Desde então, uma sucessão de acontecimentos políticos e diplomáticos transformou essa indagação em um tema central da campanha eleitoral.
O primeiro deles ocorreu em 22 de julho, quando Flávio Bolsonaro reuniu-se, em Brasília, com diplomatas estrangeiros para apresentar críticas ao sistema eleitoral brasileiro. Durante o encontro, voltou a levantar dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas, mencionou a empresa Smartmatic e defendeu a presença de observadores internacionais nas eleições de outubro.
Depois da repercussão negativa, afirmou que apenas respondera a perguntas dos diplomatas e negou ter colocado em dúvida a lisura do processo eleitoral.
O episódio, entretanto, desencadeou uma reação incomum.