Com o objetivo de seguir o modelo adotado por Jair Bolsonaro (PL) na presidência, a equipe de Flávio já anunciou que, em caso de vitória nas eleições presidenciais, vai promover cortes na educação, o que prejudicará, sobremaneira, o setor.
Em 2022, Beatriz Zeballo, de 20 anos, moradora de Sapopemba, distrito da zona leste de São Paulo, foi obrigada a trancar o curso de Filosofia, na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por dificuldades financeiras.
Primeira pessoa da família a cursar uma universidade, ela precisava trabalhar para ajudar nas despesas domésticas e não conseguia arcar com os custos de transporte.
Na mesma instituição, Helen Cardoso, de 23 anos, também precisou interromper o curso de Direito por não conseguir pagar moradia e alimentação. Ambos os casos, relatados pelo UOL em agosto de 2022, ilustram bem as dificuldades enfrentadas, à época, por estudantes de baixa renda para permanecer no ensino superior.
Os dois exemplos remetem a maio de 2022, quando governo Jair Bolsonaro determinou bloqueio de R$ 3,23 bilhões no orçamento do Ministério da Educação, equivalente a 14,5% das despesas discricionárias da pasta e das unidades vinculadas.