Por que figuras como Nikolas Ferreira, Lucas Pavanatto e Eduarda Campopiano conquistam tanto espaço explorando polêmicas morais? Neste comentário, discuto a crise de representação, o ciclo de engajamento nas redes e as dificuldades da esquerda, defendendo que a ausência de projetos de país nos grandes partidos abre espaço para a política do pânico moral.