- Na manhã de 8 de julho, a Polícia Federal realizou busca e apreensão na residência de Jair Bolsonaro, onde cumpre prisão domiciliar em Brasília.
- A ação foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, após o ex‑presidente não entregar duas das oito armas registradas em seu nome.
- Carlos Bolsonaro, candidato ao Senado por Santa Catarina, expressou pavor nas redes sociais, alegando perseguição ao pai.
- O objetivo da operação foi localizar armas, munições, acessórios e documentos relativos ao registro desses equipamentos.
A ação desencadeada pela Polícia Federal (PF) para cumprir mandado de busca e apreensão na mansão onde Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar causou pavor no filho “02” do ex-presidente, Carlos Bolsonaro (PL-RJ).
Candidato ao Senado por Santa Catarina, o ex-vereador carioca foi às redes e se mostrou apavorado com a ação da PF, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o ex-presidente não entregar 2 das 8 armas registradas em seu nome aos agentes federais. A entrega do arsenal foi condição imposta pelo ministro para manter Bolsonaro em prisão domiciliar.
“Meu Deus do céu, Meu Deus do céu… Por favor, parem de torturar meu Pai. Ninguém aguenta mais tanta perseguição, injustiça e tortura”, exclamou Carlos nas redes compartilhando comunicado de um dos advogados do ex-presidente.
“Enquanto isso o filho do Lula, o lula e os chefes da facção não sofrem nenhuma cosquinha frente a todos os escândalos financeiramente revelados diariamente”, emendou, em tom de desespero.