Carlos Bolsonaro reagiu nesta quinta-feira (16) ao arquivamento, pelo Ministério Público Eleitoral, do procedimento que questionava a legalidade da transferência de seu domicílio eleitoral para Santa Catarina. Pré-candidato ao Senado, o político que construiu sua carreira no Rio de Janeiro afirmou que a denúncia nunca tirou seu sono.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Carlos disse que o promotor responsável pelo caso determinou o arquivamento. Na sequência, transformou a decisão sobre o domicílio eleitoral em discurso de campanha e atribuiu o questionamento ao medo da “força da direita” e do sobrenome Bolsonaro no estado.
Carlos Bolsonaro afirmou que já esperava sofrer ataques quando decidiu trocar o Rio de Janeiro por Santa Catarina. O pré-candidato se apresentou como “catarinense por adoção” e vinculou seu projeto eleitoral ao grupo do governador Jorginho Mello.
“Uma tentativa de quem tem medo da força da direita no estado e do nome Bolsonaro, todos unidos em torno do governador Jorginho Mello.”
O filho de Jair Bolsonaro também disse que caberá ao eleitorado catarinense julgar sua mudança nas urnas, durante o primeiro turno das eleições, marcado pelo Tribunal Superior Eleitoral para 4 de outubro.