Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo tinham um plano.
Com o fracasso da tentativa de golpe de Estado e Jair preso, pretendiam dar uma forcinha para eleger o filho zero um a presidente.
Para isso, Paulo-neto-de-ditador resolveu usar a proximidade com Donald Trump, de quem foi sócio em um desastroso empreendimento imobiliário no Brasil (causador de prejuízo milionário para fundos de previdência).
A ideia era mostrar que Flávio Bolsonaro é o preferido do ex-sócio e presidente dos Estados Unidos para vencer a eleição brasileira deste ano. Ao mesmo tempo, Paulo e Eduardo fizeram lobby para que o governo Trump mostrasse como detesta Lula.
Achavam que os brasileiros seriam tão sabujos quanto eles e se ajoelhariam aos pés do Laranjão, fazendo suas vontades.