- O ministro da Secretaria‑Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), criticou nesta sexta‑feira (10) a visita anunciada do presidente argentino Javier Milei ao Brasil.
- Milei deve comparecer a São Paulo em 25 de julho para apoiar a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) durante evento partidário.
- O argentino também pretende ir a Brasília para tentar se reunir com o ex‑presidente Jair Bolsonaro, gerando alegações de interferência na disputa eleitoral brasileira.
- Boulos interpretou a presença de Milei como provocação ao presidente Luiz Inácio Lula (PT) e como tentativa de influenciar a corrida presidencial.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), ironizou nesta sexta-feira (10) o anúncio de que o presidente da Argentina, Javier Milei, virá ao Brasil para participar de um ato de apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A visita está prevista para 25 de julho, em São Paulo, durante o evento partidário que deverá oficializar a candidatura do senador à Presidência da República. Milei também afirmou que pretende ir a Brasília e tentar se reunir com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A presença de um presidente estrangeiro em um ato eleitoral brasileiro foi interpretada por Boulos como uma tentativa de interferência na disputa presidencial e uma provocação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem Milei mantém uma relação marcada por ataques e divergências políticas.
“GRANDE NOTÍCIA! Javier Milei anunciou hoje que virá ao Brasil para participar da campanha de Flávio Bolsonaro. É o presidente mais rejeitado da América Latina, que elevou a jornada de trabalho para 12h por dia e quer legalizar o tráfico de órgãos humanos. Vai tirar votos do Bolsonarinho. O que esse imbecil acha que tem a ensinar ao povo brasileiro?”, escreveu Boulos.