Uma bomba. O PL se articula para votar a pauta da escala 6×1 em conjunto com o governo Lula, mas com um objetivo oculto nos planos para o futuro.
A estratégia indica que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, a intenção do grupo é aprovar posteriormente uma nova reforma trabalhista.
O plano consiste em fazer com que o trabalhador passe a receber por hora e fique sujeito a jornadas exaustivas de até 60 horas semanais, nos moldes do que ocorre na Argentina sob Javier Milei.
Ou seja: eles anulariam essa conquista logo no começo de um eventual mandato de Flávio.
Por isso é preciso esclarecer isso para a população. É preciso conversar com o balconista de farmácia, com o entregador de pizza, com a manicure, com o pessoal que trabalha no cabeleireiro.